O presidente Donald Trump assinou um decreto que amplia as sanções dos Estados Unidos contra o governo de Cuba, com o objetivo de aumentar a pressão sobre o país.
As novas medidas atingem indivíduos e organizações ligadas ao aparato de segurança cubano, além de pessoas acusadas de envolvimento em corrupção e violações de direitos humanos. Também podem ser afetados apoiadores e colaboradores do governo.
A ordem permite ainda a aplicação de sanções a estrangeiros que atuem em setores estratégicos da economia cubana, como energia, defesa, mineração e serviços financeiros, além de prever punições para quem realizar negócios com os alvos dessas restrições.
Até o momento, não foram detalhados todos os nomes atingidos. Em resposta, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel criticou a decisão e classificou as medidas como mais um endurecimento do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos.
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