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25/05/2026 10:46 | Saúde

Hipertensão atinge cerca de 30% dos adultos e exige atenção, alerta cardiologista

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A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, segue como uma das doenças crônicas mais comuns entre os brasileiros e exige atenção constante. Segundo dados de saúde pública, a condição atinge cerca de 30% da população adulta no país e, muitas vezes, evolui de forma silenciosa, sem apresentar sintomas claros no início.

O alerta é reforçado por especialistas, que destacam a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico regular. A pressão alta ocorre quando os níveis da pressão sanguínea permanecem elevados de forma contínua, aumentando o esforço do coração e podendo comprometer órgãos importantes, como coração, cérebro e rins.

Entre os principais fatores de risco estão histórico familiar, excesso de sal na alimentação, sedentarismo, obesidade, consumo excessivo de álcool, tabagismo, estresse e idade avançada. Apesar de ser mais comum com o passar dos anos, a hipertensão também pode atingir adultos jovens, especialmente quando há hábitos de vida pouco saudáveis.

Por ser considerada uma doença silenciosa, muita gente só descobre o problema durante uma consulta de rotina ou quando surgem complicações. Em alguns casos, sintomas como dor de cabeça frequente, tontura, falta de ar, palpitações e alterações na visão podem aparecer, mas a ausência de sinais não significa que a pressão esteja normal.

A hipertensão é um importante fator de risco para infarto, AVC, insuficiência cardíaca e doenças renais. Por isso, medir a pressão regularmente é uma das principais formas de prevenção e controle. O Ministério da Saúde aponta que hábitos saudáveis, como prática de atividade física, alimentação equilibrada, redução do consumo de sal, controle do peso, melhora do sono e acompanhamento profissional, são fundamentais para reduzir os riscos.

Especialistas reforçam que a pressão alta tem controle, mas exige disciplina. O tratamento pode envolver mudanças no estilo de vida e, quando necessário, uso de medicamentos prescritos por um médico. A recomendação é não interromper o tratamento por conta própria e procurar atendimento de saúde para avaliação adequada.

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