Apesar do alerta internacional sobre novos casos de ebola, especialistas avaliam que o potencial de pandemia da doença é diferente do observado durante a Covid-19.
Segundo infectologistas, a principal diferença está na forma de transmissão. Enquanto a Covid-19 se espalha com facilidade pelo ar, o ebola exige contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas e sintomáticas, o que reduz a chance de disseminação rápida em larga escala.
Mesmo assim, a doença exige atenção das autoridades de saúde, já que pode causar quadros graves e precisa de diagnóstico, isolamento e acompanhamento adequado.
Especialistas reforçam que surtos de ebola costumam ser mais localizados, principalmente em regiões onde a doença já circula, como partes do continente africano.
No Brasil, o risco é considerado baixo, mas a vigilância epidemiológica segue importante para identificar rapidamente qualquer caso suspeito e evitar a transmissão.
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