O presidente do Ceará Sporting Club, João Paulo Silva, denunciou ter sido alvo de um grave ato de intimidação após um artefato explosivo ser enviado à escola de teatro de uma de suas filhas, em Fortaleza. O explosivo estava escondido em um suposto presente, acompanhado por flores, uma caixa de bombons e um bilhete com mensagens ofensivas ao dirigente.
Segundo João Paulo, a jovem sofreu um ataque de pânico ao perceber o conteúdo da encomenda. Em publicação nas redes sociais, o presidente afirmou que críticas e cobranças fazem parte do cargo, mas classificou como "inadmissível" qualquer ação que coloque familiares em risco.
As Polícias Civil e Militar foram acionadas logo após o ocorrido. A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) instaurou um inquérito para investigar o caso. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado.
Em nota oficial, o Ceará Sporting Club repudiou o episódio, prestou solidariedade ao presidente e à família e afirmou confiar na rápida identificação e responsabilização dos envolvidos. O caso acontece em meio a um período de forte pressão política no clube, marcado por protestos de parte da torcida e da oposição à atual gestão.
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