A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, é sócia de empresa do grupo Crefisa que garante financeiramente a compra da SAF do Vasco pelo seu enteado Marcos Lamacchia.
Essa informação consta no processo de Recuperação Judicial (RJ) do Vasco. E foi um dos motivos que levou a CBF a vetar relações do clube cruz-maltino com empresas do grupo Crefisa.
A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) determinou a instauração de procedimento para verificar a existência de conflito na operação de compra do Vasco por Lamacchia. Pelo artigo 86, do regulamento de Fair Play, é vedado um parente em 1º grau de um dirigente controlar outro clube.
Na análise, a agência da CBF levou em conta a participação da Crefipar Participações e Empreendimentos na operação.
Em um documento na RJ do Vasco, estão descritas as garantias dadas pelo investidor, no caso a Almirante S/A, empresa que tem Marcos Lamacchia como principal sócio.
Neste trecho, está dito: "fiança e aval concedidos por Crefipar Participações e Empreendimentos S/A e Marcos Faria Lamacchia de todas as obrigações do Primeiro Proponente". A Crefipar aparece em outros momentos do processo por assinar o aditivo do acordo de investimentos, isto é, o pré-acordo entre Lamacchia e Vasco.
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