O governo federal de fato assinou e anunciou nesta quinta-feira (17) um reajuste de 15,04% nos valores do Bolsa Família, visando recompor a inflação acumulada.
Com essa atualização, o valor do piso mínimo por família subiu de R$ 600 para R$ 691.
A oposição reagiu à medida, levando o caso à Justiça Eleitoral sob a alegação de uso político na reta final das eleições.
Confira abaixo a minuta de matéria jornalística ajustada com as informações checadas:
Governo assina reajuste de 15% no Bolsa Família; parlamentar do PL aciona o TSE contra a medida
Subtítulo: Valor piso passa para R$ 691; oposição contesta o anúncio feito perto das eleições.
O governo federal assinou nesta quinta-feira (17) um decreto que reajusta as parcelas do Bolsa Família em 15,04%.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o aumento busca recompor a inflação acumulada registrada pelo INPC desde o relançamento do programa.
Com a mudança, o piso mínimo pago por família sobe de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio alcança R$ 777.
Os novos valores começam a ser depositados a partir da parcela de outubro.
Contestação na Justiça Eleitoral
A medida provocou reação imediata da oposição no Congresso. O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) protocolou uma ação na Justiça Eleitoral para pedir a suspensão do reajuste, argumentando descumprimento de vedações eleitorais devido à proximidade do pleito.
Diferente do que circulo em mensagens de redes sociais, o questionamento judicial não ocorreu via Supremo Tribunal Federal (STF), mas sim perante a Justiça Eleitoral, onde a oposição alega possível abuso de poder econômico a poucas semanas da votação.
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