A intolerância religiosa não acontece só nos templos ou nas ruas. Hoje, ela também se espalha pela internet, nas redes sociais, nos comentários anônimos e nos algoritmos que amplificam discursos de ódio.
A tecnologia não é neutra. Ela pode ser usada para atacar, excluir e desinformar, mas também pode servir para educar, denunciar crimes de intolerância, preservar culturas religiosas e promover o respeito entre diferentes crenças.
Plataformas digitais já utilizam inteligência artificial para identificar discursos de ódio. Ferramentas online ajudam comunidades religiosas a se organizarem, se protegerem e terem voz. A internet pode aproximar realidades diferentes, desde que seja usada com responsabilidade.
No Dia de Combate à Intolerância Religiosa, a reflexão precisa ir além da fé. É preciso pensar em como usamos a tecnologia e que tipo de sociedade estamos ajudando a construir com cada clique, compartilhamento e comentário.
Respeitar a diversidade religiosa também é um avanço tecnológico. Porque progresso de verdade não é apenas inovação digital, mas evolução humana.
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